Presidente Ikeda já passou pela dor de perder um filho

Presidente Ikeda já passou pela dor de perder um filho

O presidente Ikeda casou-se com a Sra. Kaneko em 3 de maio de 1952 e três filhos vieram a completar a família: Hiromasa, Shirohisa e Takahiro.

Um episódio comovente foi a morte de Shirohisa, aos 29 anos, ocorrido em 3 de outubro de 1984, ano em que o presidente Ikeda fez sua terceira visita ao Brasil.

No dia do falecimento, ele se encontrava em atividades na região de Kansai e, mesmo após receber a notícia da morte de seu filho, permaneceu no local até cumprir toda a sua agenda.

Um jovem que acompanhou o presidente Ikeda naquele dia conta que após providenciar o imediato retorno de sua esposa a Tóquio, o presidente Ikeda permaneceu em Osaka até o dia seguinte para cumprir todos os seus compromissos. Incentivou os jovens até o derradeiro momento de sua partida do aeroporto de Kansai. ‘Deixo nas mãos dos jovens o futuro de Kansai!’, foram suas palavras na hora da partida.

Os jovens ficaram profundamente emocionados pela postura do Mestre.

A Sra. Kaneko Ikeda também comenta sobre esse episódio:

“Nosso segundo filho, Shirohisa, faleceu aos 29 anos e, como toda mãe, fiquei profundamente triste. Experimentei o maior sofrimento que alguém poderia passar.

Até que a própria pessoa passe por algo semelhante, é incapaz de compreender realmente a dor e o sofrimento dos outros. Tudo na vida é uma lição. Essas experiências, por mais dolorosas que sejam, nos fazem o que somos”

(Envelhecendo na sociedade contemporânea, Editora Brasil Seikyo, p. 132).

No diálogo no qual a Sra. Kaneko Ikeda comenta esse assunto, o presidente Ikeda afirma: “Faço uma clara distinção entre minha vida pública e privada, por isso não costumo falar muito da nossa família. Porém, este diálogo tem revelado todos os nossos segredos! Como discípulo do Sr. Toda, devotarei-me ao Kossen-rufu enquanto eu viver. Toda a minha família está a serviço da Soka Gakkai, de nossos membros. Essa determinação permanecerá inalterável até o último dia da minha vida” (Ibidem, p. 133).

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